sábado, 19 de março de 2011

EVANGELISMO PESSOAL - UMA ORDEM A SER CUMPRIDA


A situação da humanidade é crítica, “pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23). As almas clamam com agonia, pois estão submergidas no pecado e precisam de libertação. Os únicos, em todo o mundo, capazes de proferir uma verdadeira palavra de esperança para todas estas vidas são aqueles que um dia tiveram um encontro com o Senhor Jesus: os crentes. O evangelho do Senhor Jesus pelo povo de Deus foi entendido, e agora deve-se dar continuidade à obra iniciada por Cristo. O Evangelho é a palavra da salvação, e deve ser pregado a todas as nações do mundo:



“E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações. Então virá o fim” (Mt 24.14).



“Portanto, ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28.19).



“Mas primeiro o evangelho deve ser pregado a todas as nações” (Mc 13.10).



Podemos entender, através das Escrituras, que o destino final de muitas vidas tem muito a ver com a nossa disponibilidade em contribuir com o avanço do Evangelho, por isso mesmo o nosso Senhor nos exorta a nos mexermos para que estas vidas sejam salvas da condenação:



“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Mc 16.15,16).


O maior evangelista de todos os tempos



Ao longo dos anos surgiram homens comprometidos com o reino de Deus, e que muitas almas ganharam para o Senhor. Foram homens que ofereceram suas vidas como oferta voluntária a Deus, um sacrifício vivo; homens que oram, jejuam, se consagram e pregam com direção do Espírito Santo. Alguns dos nomes que ficaram na história podem ser mencionados: John Wesley, Charles Finney, Charles H. Spurgeon, Moody, Billy Graham, entre outros. Porém o maior evangelista de todos os tempos é aquele que quebrou as barreiras de separação entre os povos, venceu o pecado, venceu a morte, venceu a Satanás e está assentado à destra de Deus: o grande Jesus Cristo, nosso Senhor.

“E, vindo, ele evangelizou a paz a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto” (Ef 2.17).



“Chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou, num dia de sábado, na sinagoga, segundo o seu costume, e levantou-se para ler. Foi-lhe dado o livro do profeta Isaías. Ao abrir o livro, achou o lugar onde estava escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar aos pobres. Enviou-me para apregoar liberdade aos cativos, dar vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos, e anunciar o ano aceitável do Senhor” (Lc 4.16-19).



Jesus é o nosso maior exemplo, e é nele que devemos nos espelhar. Ele é o evangelista-modelo para todos nós.



APRENDENDO A EVANGELIZAR COM JESUS



Um exemplo clássico do modo perfeito como o Senhor Jesus evangelizava àqueles que, naqueles dias, estavam dispersos na escuridão do mundo pecador é o diálogo que ele teve com a mulher samaritana do capítulo 4 do evangelho segundo João. Nesta passagem bíblica tão brilhante aprendemos muito acerca da maneira correta de se evangelizar a alguém.



Jesus, o evangelista que prega a qualquer tempo, a qualquer hora e em qualquer lugar



“[...] Ele deixou a Judéia, e voltou outra vez para a Galiléia. E era-lhe necessário passar por Samaria. Chegou a uma cidade samaritana chamada Sicar, perto das terras que Jacó dera a seu filho José. Estava ali a fonte de Jacó, e Jesus, cansado da viagem, assentou-se junto à fonte. Era quase a hora sexta” (Jo 4.3-6).



Jesus estava vindo da terra da Judéia onde, certamente, pregara o seu evangelho. Estava indo para a Galiléia onde, com certeza, tinha o objetivo de estar pregando mais uma vez. O texto bíblico, todavia, nos diz que era-lhe necessário passar por Samaria. Samaria era, também, uma cidade que precisava conhecer o amor de Deus. Ao amanhecer do dia, uma mulher não identificada pelo seu nome próprio, mas chamada apenas de mulher samaritana, veio à fonte de Jacó tirar água para o seu consumo. Com aquela mulher Jesus começou a conversar, enquanto seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida. Àquela mulher Jesus ensinou o caminho para o encontro do Pai, e desta conversa resultou o interesse de muitas pessoas em conhecer o Senhor Jesus, pois:



“[...] Deixando o seu cântaro, a mulher foi à cidade e disse ao povo: Vinde, vede um homem que me disse tudo o que tenho feito. Poderia ser este o Cristo? Saíram da cidade e foram ter com ele. Muitos dos samaritanos daquela cidade creram nele, por causa do testemunho da mulher: Disse-me tudo o que tenho feito. Diziam à mulher: Já não é pelo teu dito que nós cremos; agora nós mesmos o ouvimos falar, e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo” (Jo 4.28-30,39,42).



Jesus, o evangelista que quebra as barreiras sociais



“Disse-lhe a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (Pois os judeus não se dão com os samaritanos)” (Jo 4.9).



Existia uma grande barreira social que impedia o bom relacionamento entre os judeus e os samaritanos. Estes dois povos tinham muitas opiniões, pensamentos e costumes diferentes que os deixavam em extremos diferentes. Um bom evangelista como Jesus não poderia levar isso em conta, tendo em vista a grande necessidade de salvação para com todas as pessoas da terra. Ele pôs ao chão a barreira existente e demonstrou-se interessado em ajudar àquela mulher que vivia uma vida infeliz, longe da presença do Deus Eterno.



Jesus, o evangelista que era reconhecido por suas características



“Disse-lhe a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana?” (Jo 4.9).



Quando Jesus encontrou-se com aquela mulher não houve uma apresentação pessoal por parte dele. Como, então, Jesus foi reconhecido como sendo judeu? É provável que a mulher o tenha reconhecido como judeu por causa do modo como se vestia, e isso se constitui, para nós, em uma grande lição.



A Bíblia nos mostra que as nossas características comportamentais valem muito. Essas características podem nos servir de ajuda na proclamação do Evangelho:



“O vosso procedimento entre os gentios seja correto, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, observando as vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação” (1Pe 2.12).



“O que é mais importante, deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo” (Fp 1.27).



Nós, que somos filhos de Deus, devemos ser reconhecidos pelas nossas vestes brancas de justiça, com as quais devemos sempre estar vestidos.



Jesus, o evangelista que ensina como adorar de forma verdadeira



Os samaritanos adoravam no monte Gerizim; os judeus adoravam no templo. Eis, então, a pergunta: Qual o lugar mais apropriado para adorarmos a Deus? Jesus deixa claro que a verdadeira adoração pode fluir do nosso coração, independentemente do lugar onde estamos adorando. A adoração exigida por Deus é a seguinte: em espírito e em verdade.



CONCLUSÃO



Todos estes ensinamentos contidos na palavra de Deus devem ser postos em prática, pois aguardamos a sua volta, e muitos ainda precisam se arrepender dos seus pecados. Prossigamos em anunciar as bondades do Senhor.

Não tenho fé suficiente para ser ate


Idéias com o objetivo de destruir a fé cristã sempre bombardeiam os alunos do ensino médio e das universidades. Este livro serve como um antídoto excepcionalmente bom para refutar tais premissas falsas. Ele traz informações consistentes para combater os ataques violentos das ideologias seculares que afirmam que a ciência, a filosofia e os estudos bíblicos são inimigos da fé cristã.

Antes de tocar a questão da verdade do cristianismo, essa obra aborda a questão da própria verdade, provando a
existência da verdade absoluta. Os autores desmontam as afirmações do relativismo moral e da pós-modernidade, resultando em uma valiosa contribuição aos escritos contemporâneos da apologética cristã.

Geisler e Turek prepararam uma grande matriz de perguntas difíceis e responderam a todas com habilidade.
Uma defesa lógica, racional e intelectual da fé cristã.

Lógica do abortismo por Olavo de Carvalh

                      

                                    



O aborto só é uma questão moral porque ninguém conseguiu jamais provar, com certeza absoluta, que um feto é mera extensão do corpo da mãe ou um ser humano de pleno direito. A existência mesma da discussão interminável mostra que os argumentos de parte a parte soam inconvincentes a quem os ouve, se não também a quem os emite. Existe aí portanto uma dúvida legítima, que nenhuma resposta tem podido aplacar. Transposta ao plano das decisões práticas, essa dúvida transforma-se na escolha entre proibir ou autorizar um ato que tem cinqüenta por cento de chances de ser uma inocente operação cirúrgica como qualquer outra, ou de ser, em vez disso, um homicídio premeditado. Nessas condições, a única opção moralmente justificada é, com toda a evidência, abster-se de praticá-lo.


À luz da razão, nenhum ser humano pode arrogar-se o direito de cometer livremente um ato que ele próprio não sabe dizer, com segurança, se é ou não um homicídio. Mais ainda: entre a prudência que evita correr o risco desse homicídio e a afoiteza que se apressa em cometê-lo em nome de tais ou quais benefícios sociais hipotéticos, o ônus da prova cabe, decerto, aos defensores da segunda alternativa. Jamais tendo havido um abortista capaz de provar com razões cabais a inumanidade dos fetos, seus adversários têm todo o direito, e até o dever indeclinável, de exigir que ele se abstenha de praticar uma ação cuja inocência é matéria de incerteza até para ele próprio.

Se esse argumento é evidente por si mesmo, é também manifesto que a quase totalidade dos abortistas opinantes hoje em dia não logra perceber o seu alcance, pela simples razão de que a opção pelo aborto supõe a incapacidade - ou, em certos casos, a má vontade criminosa - de apreender a noção de "espécie". Espécie é um conjunto de traços comuns, inatos e inseparáveis, cuja presença enquadra um indivíduo, de uma vez para sempre, numa natureza que ele compartilha com outros tantos indivíduos. Pertencem à mesma espécie, eternamente, até mesmo os seus membros ainda não nascidos, inclusive os não gerados, que quando gerados e nascidos vierem a portar os mesmos traços comuns. Não é difícil compreender que os gatos do século XXIII, quando nascerem, serão gatos e não tomates.

A opção pelo abortismo exige, como condição prévia, a incapacidade ou recusa de apreender essa noção. Para o abortista, a condição de "ser humano" não é uma qualidade inata definidora dos membros da espécie, mas uma convenção que os já nascidos podem, a seu talante, aplicar ou deixar de aplicar aos que ainda não nasceram. Quem decide se o feto em gestação pertence ou não à humanidade é um consenso social, não a natureza das coisas.


O grau de confusão mental necessário para acreditar nessa idéia não é pequeno. Tanto que raramente os abortistas alegam de maneira clara e explícita essa premissa fundante dos seus argumentos. Em geral mantêm-na oculta, entre névoas (até para si próprios), porque pressentem que enunciá-la em voz alta seria desmascará-la, no ato, como presunção antropológica sem qualquer fundamento possível e, aliás, de aplicação catastrófica: se a condição de ser humano é uma convenção social, nada impede que uma convenção posterior a revogue, negando a humanidade de retardados mentais, de aleijados, de homossexuais, de negros, de judeus, de ciganos ou de quem quer que, segundo os caprichos do momento, pareça inconveniente.

Com toda a clareza que se poderia exigir, a opção pelo abortismo repousa no apelo irracional à inexistente autoridade de conferir ou negar, a quem bem se entenda, o estatuto de ser humano, de bicho, de coisa ou de pedaço de coisa.

Não espanta que pessoas capazes de tamanho barbarismo mental sejam também imunes a outras imposições da consciência moral comum, como por exemplo o dever que um político tem de prestar contas dos compromissos assumidos por ele ou por seu partido. É com insensibilidade moral verdadeiramente sociopática que o sr. Lula da Silva e sua querida Dona Dilma, após terem subscrito o programa de um partido que ama e venera o aborto ao ponto de expulsar quem se oponha a essa idéia, saem ostentando inocência de qualquer cumplicidade com a proposta abortista.

Seria tolice esperar coerência moral de indivíduos que não respeitam nem mesmo o compromisso de reconhecer que as demais pessoas humanas pertencem à mesma espécie deles por natureza e não por uma generosa — e altamente revogável — concessão da sua parte.

Também não é de espantar que, na ânsia de impor sua vontade de poder, mintam como demônios. Vejam os números de mulheres supostamente vítimas anuais do aborto ilegal, que eles alegam para enaltecer as virtudes sociais imaginárias do aborto legalizado. Eram milhões, baixaram para milhares, depois viraram algumas centenas. Agora parece que fecharam negócio em 180, quando o próprio SUS já admitiu que não passam de oito ou nove. É claro: se você não apreende ou não respeita nem mesmo a distinção entre espécies, como não seria também indiferente à exatidão das quantidades? Uma deformidade mental traz a outra embutida.


Aristóteles aconselhava evitar o debate com adversários incapazes de reconhecer ou de obedecer as regras elementares da busca da verdade. Se algum abortista desejasse a verdade, teria de reconhecer que é incapaz de provar a inumanidade dos fetos e admitir que, no fundo, eles serem humanos ou não é coisa que não interfere, no mais mínimo que seja, na sua decisão de matá-los. Mas confessar isso seria exibir um crachá de sociopata. E sociopatas, por definição e fatalidade intrínseca, vivem de parecer que não o são.

Fonte: Mídia Sem Máscara

Via: http://www.vinacc.org.br/

Vivendo nas Alturas

                O caminho da águia é no céu (Pv 30.19). Ela não foi criada para viver se arrastando nos vales da vida e na depressões da terra. Deus a criou para as alturas.
              Com base neste fato, queremos destacar três lições da mais alta importância para a sua reflexão
                I- A águia voa alto.
              A águia tem vocação para as alturas. Ela é a rainha do espaço, a campeã dos vôos altaneiros. Elagalga as alturas excelsas com suas possantes asas e voa com segurança e prodigiosa desenvoltura sobre o pico dos mais altos montes. Ela não é como
o inhambu que vive tomando tiro na asa, presa fácil dos caçadores,
porque só voa baixo.
             Há muitas pessoas que vivem também num plano muito inferior, voando baixo demais, sofrendo ataque de todos os lados, porque não saem das zonas de perigo, vivem pisando em terreno minado, vivem com os pés no território do adversário. Por isso, constantemente estão feridas, machucadas, porque não alçaram
vôo um pouco mais para cima.(Cl. 3.1 e 2).
Deus nos chamou para voar como a águia. Diz o apóstolo Paulo: "Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as cousas lá do alto, onde Cristo vivi", assentado à direita de Deus. Pensai nas cousas lá do alto, não nas que são aqui da terra"
             II- A águia voa cada vez mais alto.
             A águia tem uma característica muito interessante, Quando ela  faz o seu segundo vôo, ele é mais alto do que oprimeiro.
           Quando ela faz o seu terceiro vôo, ele é mais  alto do que o segundo. Ela sempre se esforça para voar cada vez mais alto. Com isto, ela tem uma lição muito  profunda a nos ensinar. Se os que confiam no Senhor  são como a águia, então nós não precisamos viver uma vida de altos e baixos. Há muitos crentes que são instáveis demais. Sua fé oscila como a onda do mar. Não se firmam. Não crescem. Não amadurecem. São reincidentes em repetidas quedas. São crentes inconstantes, ora entusiasmados e cheios de vigor, ora curtindo um desânimo doentio. São crentes como Pedro
antes do Pentecoste: fazem bonitas e profundas declarações sobre a messianidade de Jesus mas se  deixam ser usados pelo diabo
(Mt 16.15-23). Por um  instante são ousados,mas depois se  acovardam. Há momentos que Juram fidelidade a Jesus; logo
depois o negam vergonhosamente.
             Deus não nos chamou para vivermos um projeto de derrota e fracasso. Com Cristo a vida é sempre de triunfo (II Co 2.14).
Com ele somos mais do que vencedores (Rm 8.37).
             A nossa dinâmica não é dar cinco passos para frente e quatro para trás, mas é caminhar de força em força, sempre para frente, para o alvo, que é  Cristo Jesus.
             III- A águia voa acima da tempestade.
            A águia ainda nos ensina uma terceira lição: sempre que ela divisa no horizonte a chegada de uma tempestade borrascosa, sempre que ela vê as nuvensescuras e os relâmpagos riscando o céu, sempre que ela ouve o ribombar dos trovões, ela agiganta ainda mais os seus esforços e voa com intrepidez para as grandes
alturas, pairando acima da tempestade, onde sobrevoa
em perfeita bonança.
            Temos, também, em nossa jornada, muitas  tempestades. Muitas delas são ameaçadoras e perigosas. É insensatez viver abaixo da borrasca e sofrer os eleitos catastróficos da tempestade, se podemos voar para o  alto e desfrutar de tempos de refrigério e bonança nos  braços do Deus vivo.
           O segredo na hora da crise é voar um pouco mais alto e nos agasalharmos debaixo das asas do Deus onipotente. Ele é a nossa torre de libertação. Ele é o  nosso alto refúgio. Ele é o nosso esconderijo seguro. Ele é a nossa cidade refúgio. Ele é o nosso abrigo no  temporal.
           Muitos crentes, entretanto, em vez de fugir do  temporal, causam mais tempestade. São como Jonas, provocadores de vendaval. Sempre que o crente deixa de obedecer a Deus, em vez de bênção, torna-se maldição; em vez de ajudar as pessoas ao seu redor, é um estorvo; em vez de ser um aliviador de tensões, é um provocador de tragédias. Todo crente na rota da fuga de Deus é uma  ameaça, pois não apenas vive debaixo da tempestade,
mas a sua vida é a própria causadora da tempestade.
           A atitude acertada não é fazer como o avestruz, que ao ver o perigo, esconde a cabeça na areia, julgando com isto que o problema está eliminado. Na tempestade não adianta fugir nem se esconder. O segredo é voar alto e refugiar-se nos braços do Senhor.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Sou evangélico, qual o problema em pular carnaval?



Por Renato Vargens

Alguns crentes em Jesus não vêem nenhum problema no Carnaval. Para eles, se não tiver azaração, pegação, bebidas e drogas, não existe nenhum mal desfrutar da festa de Momo, mesmo porque o que importa é a diversão. Segundo estes, o desfile na televisão é tão bonito! E outra coisa: Que mal tem se alegrar ao som dos sambas enredos do Rio de Janeiro?

Pois é, o que talvez estes crentes IGNOREM é a história, o significado e a mensagem do carnaval.

Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se regalar com comidas e orgias antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma. Veja o que a The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito: "O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comilança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma.


Carnaval, provavelmente vem da palavra latina "carnelevarium" (Eliminação da carne), tipicamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove Tuesday)." (The Grolier Multimedia Encyclopedia).

"Provavelmente originário dos "Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã", o primeiro carnaval que se tem origem foi na Festa de Osiris no Egito, o evento que marca o recuo das águas do Nilo. Os Carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto com a Bacchanalia Romana e a Saturnalia.

A Enciclopédia Grolier exemplifica muito bem o que é, na verdade, o carnaval. Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega Dionísio era o deus do vinho e das orgias. Veja o que The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 diz a respeito da Bacchanalia, ou Bacanal, Baco e Dionísio e sobre o Festival Dionisiano:

"O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deusdo vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186dC." (The Grolier Multimedia Encyclopedia)

Pois é, no Brasil o carnaval possui a conotação da transgressão. Disfarçado de alegria, a festa de Momo promove promiscuidade sexual, prostituição infantil, violência urbana, consumo de drogas, além de contribuir para a descontrução de valores primordiais ao bem estar da família.

Isto posto tenho plena convicção de que não vale a pena enredar-se as oferendas do Carnaval. Como crentes em Jesus, devemos nos afastar de toda aparência do mal. Participar da festa de Momo significa se deixar levar por valores anti-cristãos e imorais permitindo assim que o adversário de nossas almas semeie em nossos corações conceitos absolutamente antagônicos aos ensinos deixados por Jesus.

Para terminar essa reflexão, compartilho um poema de Jerônimo Gueiros (1880-1954) que foi um ministro presbiteriano nordestino muito conhecido por seu rico ministério, no Recife, e por suas qualificações como literato e apologista da fé cristã. De sua lavra surgiram artigos penetrantes, livros inspiradores e poesias tão belas quanto incisivas e pertinentes aos temas apresentados.

Papa diz que ficou chocado e triste com abusos da Igreja




O papa Bento 16 disse nesta quinta-feira que os escândalos de abusos sexuais envolvendo padres lhe causaram "choque e muita tristeza", e afirmou que a Igreja Católica não agiu com rapidez e firmeza. As declarações foram dadas a jornalistas a bordo do avião que o levou de Roma para Edimburgo, na Escócia.

O papa deu início nesta quinta-feira ao que é a primeira visita de Estado de um líder da Igreja Católica ao Reino Unido - que durará quatro dias. O Vaticano afirma que o objetivo do papa é falar sobre a importância da fé na vida dos britânicos, e não apenas de católicos e anglicanos.

Durante a conversa com jornalistas no avião, o pontífice disse que quer oferecer ajuda "material, psicológica e espiritual" às vítimas de abuso por parte de membros do clero. E também falou sobre os protestos que estão previstos na Grã-Bretanha durante sua visita.

Uma coalizão de grupos anunciou protestos contra a Igreja Católica pela sua postura em relação a temas como aborto e homossexualidade, e diante de escândalos de abuso sexual. Bento 16 disse que a Grã-Bretanha tem uma "grande história de anti-catolicismo", mas que também possui uma "grande história de tolerância".

Encontro com a rainha Ao chegar à Escócia, ele encontrou-se com a rainha britânica Elizabeth 2ª na residência oficial da família real em Edimburgo. A rainha disse que a visita do Papa é uma oportunidade para "aprofundar a relação" entre católicos e anglicanos.

Ela afirmou ainda que a Igreja Católica traz uma "contribuição especial" na ajuda aos mais pobres pelo mundo.

Em seu primeiro discurso, diante da rainha, Bento 16 pediu que o Reino Unido evite "formas agressivas de secularismo" e mantenha seu histórico respeito às tradições religiosas.

Antes do encontro, Bento 16 foi recebido por uma comitiva liderada pelo duque de Edimburgo, marido da rainha. Em seguida, ele seguiu de carro para a residência de Holyrood House.

Ainda na quinta-feira, Bento 16 seguirá para a cidade de Glasgow, também na Escócia, onde realizará uma missa a céu aberto no parque Bellahouston. Inicialmente, as autoridades esperavam a presença de até 100 mil pessoas, mas as estimativas foram revistas para 65 mil, já que houve pouca procura por ingressos.

Também houve pequena procura por ingressos para a vigília que será realizada no Hyde Park, em Londres, no sábado, e para a missa de beatificação do cardeal John Henry Newman em Birmingham, no domingo.

O governo britânico está gastando mais de US$ 15 milhões de dólares (cerca de R$ 30 mil) com a visita de quatro dias do papa ao país.

Um importante assessor do papa Bento 16, o cardeal Walter Kasper, cancelou sua viagem ao Reino Unido após ter dito, em entrevista a uma revista alemã, que chegar ao aeroporto de Heathrow, em Londres, era como aterrissar em um "país de Terceiro Mundo". Kasper criticou ainda a British Airways, dizendo que quem viaja com a companhia usando um crucifixo pode ser discriminado.

1ª congregação em Mossoró



Aconteceu conforme estava previsto, a organização da nossa primeira congregação da Igreja de Cristo na cidade de Mossoró. A Igreja desta vez plantou as suas raizes no bairro do Aeroporto II, na rua Anderson Dutra, 18, onde a Igreja estará realizando reuniões evangelísticas as quartas-feiras e aos sábados as 19:30 hs. O culto de organização foi uma benção, com muita participação e apoio por parte da Igreja de Cristo em Apodi. Sem dúvidas, Deus tem muitas outras bençãos reservadas para a sua Igreja nesta Região. Convocamos aos irmãos, obreiros, e amigos da Igreja de Cristo, a orarem e cooperarem nesta grande obra. Não nos envolvendo com outras atitudes atribuidas a nós, como persegiuição, inveja e outras baixarias que não fazem parte da nossa conduta. Estamos trabalhando e não vamos parar, o que nos interessa é a manifestação do reino de Deus e a sua grandeza entre os homens. Orem por nós, somos necessitados e temos certeza que Deus irá nos abençoar grandemente.
Diácono Mário da Igreja de Cristo em Mossoró, auxiliando na obra do Senhor com muita determinação e alegria.
Pastor David Marroque Teixeira, pastor da Igreja de Cristo em Apodi e idealizador do trabalho na cidade de Mossoró, no momento em que pregava a palavra do Senhor.
Grupo Chamados à seara, da Igreja de Cristo em Mossoró, no momento da adoração e gratidão ao Senhor por mais uma porta aberta.
Pastor Luiz Carlos, que pastoreia a Igreja de Cristo em Pau dos Ferros, no momento em que adorava ao Senhor através do louvor.
Um momento de louvor que envolveu a todo povo presente na convicção de que a glória do Senhor estava entre nós.
O grupo de obreiros praseirosamente participando da reunião, nos dando a alegria de ouvir os louvores a Deus.
Presbítero Francisco Martins, no momento em que adorava ao Senhor cantando um dos seus hinos prediletos.
Obreiros presentes no culto, na oportunidade da leitura da palavra, é preciso muita concentração e reverencia.
Evangelista Ivo Martins, no momento da leitura da palavra, durante o culto de oficialização da nossa congregação.
Pastor Francisco Higino, que vem dirigindo a Igreja de Cristo em Mossoró onde Deus está abençoando a sua obra. A Igreja alí organizou a 1ª congregação. Rua Anderson Dutra, 18 no Aeroporto II.
Casa de Oração da Igreja de Cristo, assim é a denominação em nossas casas de oração, preservando o nome do princípio.
Local onde a nossa congregação se reune, na rua Anderson Dutra, 18 no bairro do Aeroporto II, um local aprasível onde certamente muitas almas haverão de encontrar o amor de Cristo.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Fé...




FÉ ...

Sentimento forte que nasce no ser humano a partir de um sentimento de crêr em DEUS.
FÉ é quando se tem a CERTEZA de que tudo está realizado na Vida.

Uma certeza que é fortalecida a cada momento, onde o PENSAMENTO está em sintônia com o Universo, juntamente com a Lei da Atração.

Ter FÉ é a certeza com a sabedoria no pensamento mais forte, de uma mente como a águia faz em sua existência ...

Terminar um ciclo e renovar interiormente para reiniciar um objetivo, uma esperança que se difere da FÉ.

FÉ é a certeza daquilo que não se vê e a ESPERANÇA um sentimento do que pode ainda acontecer. Pensar sempre nessa diferença é tão importante como renascer das cinzas.

FÉ é ter a certeza em DEUS e nos pensamentos que vairam na mente. O poder que DEUS tem sobre a vida de todos.

PENSAMENTO gera uma ação igual a reação!!!!!!

FÉ EM DEUS.

Reflita um pouco mais da Vida e pense que DEUS é sempre por todos, só depende exclusivamente dos pensamentos ..

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011



                                                         PRIORIDADE MÁXIMA



O Velho e o Novo Testamento nos dão a verdade sobre a igreja; foi principalmente o apóstolo Paulo quem escreveu a esse respeito. Ele dedica toda uma carta (aos Efésios) quase que exclusivamente à Igreja, suas origens, sua natureza, sua função e sua relação essencial com seu Senhor. Vamos olhar agora para essa carta, tratando especialmente dos primeiros dezesseis versículos do capítulo quatro. Este trecho será o nosso guia no caminho para a verdade sobre a igreja. Estamos numa era revolucionária. A ventania tempestuosa da transformação está soprando por todos os cantos O problema racial provoca inquietação e revolta desordenada. As nações se defrontam com problemas estonteantes de injustiça social, corrupção moral e crueldade humana. Que devem fazer os cristãos, numa hora dessas? Que posição a igreja deve tomar, diante de problemas tão complicados e profundos? Estas são perguntas que muitos estão fazendo hoje Quando Paulo escreveu aos cristãos na cidade de Éfeso, na província romana da Ásia, eles estavam se defrontando com problemas surpreendentemente idênticos. Metade da população do Império era composta de escravos, rebaixados a uma servidão tão completa, que eram negociados e vendidos como se fossem gado. Com exceção de uma pequena classe de aristocratas e patrícios ricos, a outra metade da população consistia de comerciantes e trabalhadores que, a muito custo, levavam uma vida precária, não muito longe da pobreza. A corrupção moral de Éfeso era legendária. Lá estava o centro do culto à deusa do sexo, a Diana dos Efésios. E quanto à crueldade, as legiões romanas estavam prontas para marchar a qualquer lugar, a fim de suprimir, sem dó nem piedade, qualquer sinal de revolta contra a autoridade do imperador. E este imperador era Nero, cuja vida sórdida e selvagem já constituía assunto de conversa em todo o império. Ao escrever, Paulo se encontrava em Roma, como prisioneiro de César, esperando a hora de ser apresentado a Nero. Tinha permissão de viver em sua própria casa alugada, mas não podia andar livremente pela cidade. Dia e noite, ele estava acorrentado a um soldado. Vendo ao seu redor a vida decadente da cidade, e sabendo das condições que prevaleciam na distante Éfeso, que é que o apóstolo, ao lhes escrever, haveria de aconselhar aos cristãos? A resposta é surpreendente e oportuna: Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz (Efésios 4:1-3). O que diz o apóstolo à igreja em Éfeso, em face das desesperadas exigências criadas pela necessidade humana? Qual é a sua resposta aos cidadãos oprimidos, que clamam por justiça e conforto, a quem ele escreve? Simplesmente isso: .Cumpri a vossa vocação! Não vos desvieis da estratégia divina. Obedecei às ordens que tendes recebido. Segui o vosso Cabeça!
Nesta admoestação, o apóstolo reconhece claramente a verdadeira natureza e função da igreja. Ela não é uma instituição- humana. Não deve projetar a sua própria estratégia e estabelecer suas próprias metas. Não é uma organização independente, que existe pela força de seus números. Ela é, isto sim, um corpo chamado para um relacionamento todo especial com Deus. Nesta carta aos Efésios, o apóstola usa uma série de figuras, que descrevem este relacionamento. A igreja, diz ele, é um corpo sob a direção de sua cabeça. Que tragédia não seria, se esse corpo se negasse a seguir as instruções de sua cabeça! A igreja também é um templo destinado à habitação e uso exclusivo de uma Pessoa que mora dentro dele e tem o direito de fazer o que quiser com esse templo. A igreja é um exército sob o comando de um rei. Um exército que não obedece a seu chefe, não serve como força de combate. Por isso, diz Paulo à igreja, obedecei às ordens e segui vosso Cabeça


O Evangelho do Reino
"Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim..." (Mt 11.28,29.) Nós todos gostamos muito deste primeiro verso, o 28. Mas as palavras que Jesus proferiu em seguida — "Tomai sobre vós o meu jugo" — já não são tão apreciadas. A salvação não significa apenas libertação de nossos fardos e dificuldades. Ê verdade que ficamos livres deste jugo, mas é verdade também que recebemos outro para substituí-lo — o jugo de Cristo. Ele nos liberta de nossos velhos fardos a fim de poder utilizar-nos em seu Reino. Ele nos liberta de nossos problemas para que passemos a arcar com os dele. A partir de então, vivemos para o Rei, e não para nós mesmos. Eu poderia dizer que o Quinto Evangelho é composto de todos os versos que nós sublinhamos. Se alguém desejar ler o evangelho do Reino basta pegar a Bíblia, e ler todos os versos que não grifamos, pois eles compõem a verdade que omitimos. Não estou mais sublinhando versos das Escrituras, pois isso é o mesmo que dividi-los em duas classes, primeira e segunda. Eu costumava sublinhar os versículos da Bíblia com lápis de diversas cores, agora, porém, deixo todos da mesma cor. Tudo que está na Bíblia é importante. No Velho Testamento, Jesus é sempre apresentado como Senhor e Rei que haveria de vir. Ele é maior que Moisés, Davi ou que os anjos. Davi chamou-o de "meu Senhor" (SI 110.1).
Como foi que Jesus se apresentou a Zaqueu? Se em vez de Jesus tivesse sido um de nós, pastores do século XX, que estivesse tentando abordá-lo, teríamos dito: "O senhor é o Sr.Zaqueu? Tenho muito prazer em conhecê-lo." "Ah! Igualmente. Tenho muita satisfação em conhecê-lo, também." "Sr. Zaqueu, gostaria de dar-lhe uma palavrinha. Será que poderíamos examinar sua agenda? Sei que o senhor é muito ocupado, mas talvez possamos marcar uma entrevista. Quando seria mais conveniente para o senhor?" Isto daria a Zaqueu a chance de optar. Ele diria: "Bem; o assunto é importante?" "É uma questão muito importante, embora o senhor possa pensar diferente." "Bem, vejamos. Esta semana está toda tomada. Talvez, na semana que vem..." Jesus não agiu assim. Ele ergueu os olhos para a árvore, e ordenou: "Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa." Quando se trata do Senhor, não há para nós uma escolha de condições. A salvação não é uma opção; é um mandamento. Zaqueu tinha que decidir como iria encarar a ordem que Jesus lhe deu. Ele iria obedecer ou desobedecer. (Foi isso que Jesus quis dizer certa vez, quando afirmou: "Quem não é por mim é contra mim." A posição de cada pessoa em relação a ele, só poderia ser a favor ou contra.) Obedecer implicava num reconhecimento de Cristo como autoridade, como o Senhor. Se Zaqueu houvesse desobedecido, ele teria se tornado inimigo de Cristo. Mas ele resolveu obedecer. Desceu da árvore prontamente, e levou Jesus e os apóstolos até sua casa. Logo que entrou, disse à esposa: "Querida, prepare uma refeição para estes homens." Provavelmente, sua esposa indagou: "Mas por que você não me avisou que havia convidado estes amigos para almoçar?" "Mas, querida, eu não os convidei; foram eles que se convidaram." Jesus não precisa de convite. Ele é o Senhor de todas as casas, de todas as pessoas.